Remexendo o Baú: Spawn, a cria do inferno renasce.

Na semana passada acompanhei a notícia que a revista do cria do inferno voltaria a ser publicada no Brasil. Se tem uma revista que colecionei desde seu início esta foi Spawn. Então, fui remexer minha velha gaveta de HQs para ver qual foi o último número de Spawn que comprei. Minha rinite não me deixou ir muito longe, muita poeira.  Bem! Como – no fim – as estórias já estavam ficando muito loucas, acabei deixando de comprar vários exemplares do título. O último número que comprei foi este aí #162.

E para provar o fato e mostrar que aqui se mata a cobra e se mostra o pau!

De agora em diante tudo que leio e recomendo será mostrado com a logo impressa do blog e presença abalizada do Kiddo-bot, o primeiro toyart que construí. Já mostrei o processo de construção dele em um outro post, leia aqui. Sim!! ele é tosco, mas é único :-).

Esta edição é de março de 2007. A capa e os desenhos são assinados por Philip Tan; Argumento por David Hine; Arte Final por Danny Miki, Allen Martinez, Ryan Winn, Crime Lab Studios; Cores por Brian Haberlin, Andy Troy, Ian Hannin;
No curso da estória, os quatro cavaleiros do apocalipse estavam soltos sobre a terra. Spawn se deixa derrotar por Judas Iscariótes e é ressuscitado pela entidade chamada Mãe. O cria do inferno volta com um novo visual, agora ostentando asas de anjo. Nesta edição de número 162, ele luta contra um serafim chamada Zera – a louca – e a derrota no final.

Depois disto fiquei absolutamente por fora do que aconteceu. Segundo consta, será re-lançada uma coletânea contendo 5 edições que corresponderiam os números de 179 até 184. Esta encadernação se chamará Prelúdio ao Jogo Final.

O mais curioso é que no começo não foi por causa da estória do Spawn o motivo pelo qual comecei a ler a revista, eu confesso. Comprei uma mini série da Ângela em três edições, por motivos óbvios.

O motivo óbvio: Ângela era a mulher mais gostosa que já havia visto desenhada até então. 🙂 
Depois, como era uma edição limitada – 3 capítulos – não precisaria me comprometer com arco de estórias que não sabia quando iria acabar. Ângela foi o título que levou a mini série, publicada aqui no Brasil em janeiro de 1998. Com o roteiro de Neil Gaiman, arte de Greg Capullo e cores por Tood Broeker e Fierce Colorgraphics. Já dá pra notar uma diferença estupenda no argumento, roteiro e arte hein!!
A partir daí me interessei pelo universo que mais parecia uma Divina Comédia repaginada. A revista do Spawn devia estar entre os números 20 ou 30 na época, para me atualizar fui comprando as edições anteriores nos cebos. É isso mesmo gurizada, naquela época tinha internet mas estava muito novinha, nem a editora tinha site ainda, não dava pra pegar o release da estória como fazemos hoje.

Spawn e Ângela aqui sitados são criação de Todd McFarlane.

Por fim, esta remexida nos meus alfarrábios me deu a oportunidade de encontrar outras coisas perdidas no fundo, empoeirado, de minha velha gaveta . Achei Batman, Superman, Homem-Aranha, Hulk, Homem de ferro,  StarWars… e tem mais coisa por lá.  Por causa disto, sei que vou me arrepender alergicamente disto, mas inaugurei um novo marcador no blog chamado Remexendo o Baú. Vou resgatar as boas estórias escritas e publicar as referências aqui no blog.

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